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Sara Corrêa
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Tag: defesa

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O que é uma execução fiscal e quando ela é iniciada?

Saiba o que é uma execução fiscal, quando ela inicia e da importância de ter um bom advogado ao seu lado.

9 de junho de 202510 de junho de 2025

Conte com nossa expertise para analisar suas autuações fiscais e elaborar defesas robustas

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    Sara Correa | Tributação e Agronegócio

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    ⚖️ Advogada 🎓 Pós-graduada em Direito Tributário Constitucional e Especialista em Tributação no Agronegócio ⬇️ Contatos
    • 🤯 Será que é fácil entender o raciocínio por trás dessa fórmula?

Me conte aqui o que você achou.
    • Antes da Reforma Tributária, não existia uma cesta básica nacional.
Embora muitos alimentos recebessem benefícios fiscais, esses incentivos eram disciplinados principalmente pela legislação de cada Estado, no âmbito do ICMS.
Isso significa que um produto poderia ter tratamento tributário diferente conforme a unidade da Federação em que fosse comercializado.
No Rio de Janeiro, por exemplo, diversos alimentos da cesta básica eram beneficiados com redução da carga tributária do ICMS.
Mas há um detalhe importante: benefício fiscal não significa tributação zero.
Além disso, o cálculo do ICMS possui particularidades. Como o imposto é calculado “por dentro”, a apuração do valor efetivamente desonerado não decorre da simples diferença entre as alíquotas. Esse entendimento foi reforçado pela própria SEFAZ/RJ ao analisar a forma correta de calcular o ICMS desonerado em hipóteses de redução de base de cálculo.
No próximo conteúdo, vamos utilizar um exemplo simples — uma saca de arroz vendida por R$ 100,00 — para demonstrar, passo a passo, como funcionava essa desoneração antes da Reforma Tributária e, em seguida, comparar esse regime com a nova Cesta Básica Nacional.
    • REFORMA TRIBUTÁRIA E AGRO | PARTE 2 Quando pensamos em agronegócio, é comum associarmos a produção agrícola ao Centro-Oeste. Mas qual é o papel do Sudeste nesse cenário?

Nesta publicação, analiso a participação da região em algumas das principais culturas produzidas no Brasil.

Os números mostram que o Sudeste não ocupa a liderança nacional na produção de grãos, mas possui relevância significativa em determinadas cadeias produtivas, especialmente quando observamos culturas como o trigo e o sorgo.

E por que isso importa?

Porque a Reforma Tributária não afeta apenas produtos. Ela impacta cadeias produtivas, regiões, produtores, cooperativas, indústrias e consumidores.

Antes de discutir alíquotas, benefícios fiscais ou a cesta básica nacional, é importante compreender quem produz e qual é o peso de cada região na produção agrícola brasileira.

Conhecer a produção é o primeiro passo para compreender os efeitos da tributação.

No próximo capítulo da série, vamos responder uma pergunta interessante: Os produtos mais produzidos no Brasil são os mesmos beneficiados pela cesta básica nacional da Reforma Tributária?
    • REFORMA TRIBUTÁRIA E AGRONEGÓCIO — PARTE 1

A nossa produção agrícola alcança centenas de milhões de toneladas por safra e abastece tanto o mercado interno quanto diversos países.
Quando falamos sobre Reforma Tributária, é comum focarmos nas novas regras, alíquotas e benefícios fiscais. Mas antes de discutir tributação, vale responder uma pergunta simples: o que o Brasil produz?
Por isso, inicio hoje uma série sobre Reforma Tributária e Agronegócio começando pelo tema mais importante de todos: a produção.

Qual estado você gostaria de ver nessa série?
    • Prazo até dia 31 de julho
    • O Brasil inteiro queria o Casemiro fora do campo.

Mas o técnico o manteve ali, porque ele sabia o que estava fazendo naquele jogo. Conhecia os jogadores, as regras, estudou a forma de jogar do outro time e tinha uma estratégia.

Por mais cliché que seja, não dá pra ignorar o quanto isso pode nos ensinar sobre a importância de um bom técnico.

Quando um empreendedor do campo ou da cidade resolve desenvolver uma atividade sem considerar as regras do jogo, ele está fadado a ter muitas dificuldades no seu negócio.

Nosso país tem mais de 8,2 milhões de normas publicadas após a promulgação da Constituição.Causa espanto alguém afirmar que não precisa de ajuda técnica para adequar o negócio à lei. Em outras palavras, suporte técnico é fundamental para qualquer negócio hoje.

Eu queria o Casemiro fora do campo, palpitei até o gol(olha que eu só assisto futebol a cada 4 anos sem a menor pretensão de me aprofundar no assunto). O Ancelotti, técnico da seleção, chamou o Casemiro pra jogar a Copa e o fez entrar em campo; foi a partir dessa decisão técnica que o Brasil avançou para mais um jogo.

É a técnica que vence o jogo, não o palpite.

*Imagem desenvolvida pela IA.
*Foto dos jogadores retirada do Google, publicada pelo site LANCE!
    • Sobre Reforma Tributária e Agronegócio
    • Você sabe qual é a diferença entre parceria rural e arrendamento rural — e por que isso muda completamente a sua tributação? 🌾

Vou te explicar de forma simples.

No arrendamento, o proprietário cede a terra e recebe um valor fixo, independentemente do resultado da safra. É como um aluguel: o pagamento acontece sem vínculo ao risco do negócio.  E a tributação segue essa lógica: o valor recebido vai direto para a declaração de IRPF, pela tabela progressiva que pode chegar a 27,5% sobre a receita bruta, sem possibilidade de deduzir custos ou despesas da atividade rural. 

Já na parceria rural, a lógica é outra. O parceiro-proprietário cede a terra e partilha com o parceiro-produtor os riscos do caso fortuito e da força maior, além dos frutos da colheita ou da venda dos animais. Porque existe essa comunhão de riscos e resultados, a parceria é tratada como atividade rural para ambas as partes — os resultados são apurados no Livro Caixa, onde receitas são confrontadas com despesas, e o imposto incide sobre o resultado líquido. 
Além disso, a pessoa física pode optar pela tributação simplificada: base de cálculo reduzida a 20% da receita bruta, com alíquota de 27,5% sobre essa base — resultando em uma alíquota efetiva de apenas 5,5% sobre a receita bruta. 

A diferença é enorme. E é justamente por isso que a Receita Federal tem intensificado a fiscalização, requalificando contratos de parceria que não reflitam efetiva comunhão de riscos como arrendamento — com cobrança retroativa de imposto, multa e juros. 
Nomear o contrato de "parceria" não é suficiente. A execução precisa corresponder à realidade.

Na próxima parte, falo sobre a tributação do arrendamento com mais detalhes. Salva esse post! 📌
    • A Reforma Tributária não atingiu apenas as operações econômicas do produtor rural.

Saiba mais em www.saracorrea.adv.br
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    🤯 Será que é fácil entender o raciocínio por trás dessa fórmula? Me conte aqui o que você achou.
    3 dias ago
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    Antes da Reforma Tributária, não existia uma cesta básica nacional.
Embora muitos alimentos recebessem benefícios fiscais, esses incentivos eram disciplinados principalmente pela legislação de cada Estado, no âmbito do ICMS.
Isso significa que um produto poderia ter tratamento tributário diferente conforme a unidade da Federação em que fosse comercializado.
No Rio de Janeiro, por exemplo, diversos alimentos da cesta básica eram beneficiados com redução da carga tributária do ICMS.
Mas há um detalhe importante: benefício fiscal não significa tributação zero.
Além disso, o cálculo do ICMS possui particularidades. Como o imposto é calculado “por dentro”, a apuração do valor efetivamente desonerado não decorre da simples diferença entre as alíquotas. Esse entendimento foi reforçado pela própria SEFAZ/RJ ao analisar a forma correta de calcular o ICMS desonerado em hipóteses de redução de base de cálculo.
No próximo conteúdo, vamos utilizar um exemplo simples — uma saca de arroz vendida por R$ 100,00 — para demonstrar, passo a passo, como funcionava essa desoneração antes da Reforma Tributária e, em seguida, comparar esse regime com a nova Cesta Básica Nacional.
    Antes da Reforma Tributária, não existia uma cesta básica nacional.
Embora muitos alimentos recebessem benefícios fiscais, esses incentivos eram disciplinados principalmente pela legislação de cada Estado, no âmbito do ICMS.
Isso significa que um produto poderia ter tratamento tributário diferente conforme a unidade da Federação em que fosse comercializado.
No Rio de Janeiro, por exemplo, diversos alimentos da cesta básica eram beneficiados com redução da carga tributária do ICMS.
Mas há um detalhe importante: benefício fiscal não significa tributação zero.
Além disso, o cálculo do ICMS possui particularidades. Como o imposto é calculado “por dentro”, a apuração do valor efetivamente desonerado não decorre da simples diferença entre as alíquotas. Esse entendimento foi reforçado pela própria SEFAZ/RJ ao analisar a forma correta de calcular o ICMS desonerado em hipóteses de redução de base de cálculo.
No próximo conteúdo, vamos utilizar um exemplo simples — uma saca de arroz vendida por R$ 100,00 — para demonstrar, passo a passo, como funcionava essa desoneração antes da Reforma Tributária e, em seguida, comparar esse regime com a nova Cesta Básica Nacional.
    Antes da Reforma Tributária, não existia uma cesta básica nacional.
Embora muitos alimentos recebessem benefícios fiscais, esses incentivos eram disciplinados principalmente pela legislação de cada Estado, no âmbito do ICMS.
Isso significa que um produto poderia ter tratamento tributário diferente conforme a unidade da Federação em que fosse comercializado.
No Rio de Janeiro, por exemplo, diversos alimentos da cesta básica eram beneficiados com redução da carga tributária do ICMS.
Mas há um detalhe importante: benefício fiscal não significa tributação zero.
Além disso, o cálculo do ICMS possui particularidades. Como o imposto é calculado “por dentro”, a apuração do valor efetivamente desonerado não decorre da simples diferença entre as alíquotas. Esse entendimento foi reforçado pela própria SEFAZ/RJ ao analisar a forma correta de calcular o ICMS desonerado em hipóteses de redução de base de cálculo.
No próximo conteúdo, vamos utilizar um exemplo simples — uma saca de arroz vendida por R$ 100,00 — para demonstrar, passo a passo, como funcionava essa desoneração antes da Reforma Tributária e, em seguida, comparar esse regime com a nova Cesta Básica Nacional.
    Antes da Reforma Tributária, não existia uma cesta básica nacional.
Embora muitos alimentos recebessem benefícios fiscais, esses incentivos eram disciplinados principalmente pela legislação de cada Estado, no âmbito do ICMS.
Isso significa que um produto poderia ter tratamento tributário diferente conforme a unidade da Federação em que fosse comercializado.
No Rio de Janeiro, por exemplo, diversos alimentos da cesta básica eram beneficiados com redução da carga tributária do ICMS.
Mas há um detalhe importante: benefício fiscal não significa tributação zero.
Além disso, o cálculo do ICMS possui particularidades. Como o imposto é calculado “por dentro”, a apuração do valor efetivamente desonerado não decorre da simples diferença entre as alíquotas. Esse entendimento foi reforçado pela própria SEFAZ/RJ ao analisar a forma correta de calcular o ICMS desonerado em hipóteses de redução de base de cálculo.
No próximo conteúdo, vamos utilizar um exemplo simples — uma saca de arroz vendida por R$ 100,00 — para demonstrar, passo a passo, como funcionava essa desoneração antes da Reforma Tributária e, em seguida, comparar esse regime com a nova Cesta Básica Nacional.
    Antes da Reforma Tributária, não existia uma cesta básica nacional.
Embora muitos alimentos recebessem benefícios fiscais, esses incentivos eram disciplinados principalmente pela legislação de cada Estado, no âmbito do ICMS.
Isso significa que um produto poderia ter tratamento tributário diferente conforme a unidade da Federação em que fosse comercializado.
No Rio de Janeiro, por exemplo, diversos alimentos da cesta básica eram beneficiados com redução da carga tributária do ICMS.
Mas há um detalhe importante: benefício fiscal não significa tributação zero.
Além disso, o cálculo do ICMS possui particularidades. Como o imposto é calculado “por dentro”, a apuração do valor efetivamente desonerado não decorre da simples diferença entre as alíquotas. Esse entendimento foi reforçado pela própria SEFAZ/RJ ao analisar a forma correta de calcular o ICMS desonerado em hipóteses de redução de base de cálculo.
No próximo conteúdo, vamos utilizar um exemplo simples — uma saca de arroz vendida por R$ 100,00 — para demonstrar, passo a passo, como funcionava essa desoneração antes da Reforma Tributária e, em seguida, comparar esse regime com a nova Cesta Básica Nacional.
    Antes da Reforma Tributária, não existia uma cesta básica nacional.
Embora muitos alimentos recebessem benefícios fiscais, esses incentivos eram disciplinados principalmente pela legislação de cada Estado, no âmbito do ICMS.
Isso significa que um produto poderia ter tratamento tributário diferente conforme a unidade da Federação em que fosse comercializado.
No Rio de Janeiro, por exemplo, diversos alimentos da cesta básica eram beneficiados com redução da carga tributária do ICMS.
Mas há um detalhe importante: benefício fiscal não significa tributação zero.
Além disso, o cálculo do ICMS possui particularidades. Como o imposto é calculado “por dentro”, a apuração do valor efetivamente desonerado não decorre da simples diferença entre as alíquotas. Esse entendimento foi reforçado pela própria SEFAZ/RJ ao analisar a forma correta de calcular o ICMS desonerado em hipóteses de redução de base de cálculo.
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    Antes da Reforma Tributária, não existia uma cesta básica nacional. Embora muitos alimentos recebessem benefícios fiscais, esses incentivos eram disciplinados principalmente pela legislação de cada Estado, no âmbito do ICMS. Isso significa que um produto poderia ter tratamento tributário diferente conforme a unidade da Federação em que fosse comercializado. No Rio de Janeiro, por exemplo, diversos alimentos da cesta básica eram beneficiados com redução da carga tributária do ICMS. Mas há um detalhe importante: benefício fiscal não significa tributação zero. Além disso, o cálculo do ICMS possui particularidades. Como o imposto é calculado “por dentro”, a apuração do valor efetivamente desonerado não decorre da simples diferença entre as alíquotas. Esse entendimento foi reforçado pela própria SEFAZ/RJ ao analisar a forma correta de calcular o ICMS desonerado em hipóteses de redução de base de cálculo. No próximo conteúdo, vamos utilizar um exemplo simples — uma saca de arroz vendida por R$ 100,00 — para demonstrar, passo a passo, como funcionava essa desoneração antes da Reforma Tributária e, em seguida, comparar esse regime com a nova Cesta Básica Nacional.
    4 dias ago
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    REFORMA TRIBUTÁRIA E AGRO | PARTE 2 Quando pensamos em agronegócio, é comum associarmos a produção agrícola ao Centro-Oeste. Mas qual é o papel do Sudeste nesse cenário?

Nesta publicação, analiso a participação da região em algumas das principais culturas produzidas no Brasil.

Os números mostram que o Sudeste não ocupa a liderança nacional na produção de grãos, mas possui relevância significativa em determinadas cadeias produtivas, especialmente quando observamos culturas como o trigo e o sorgo.

E por que isso importa?

Porque a Reforma Tributária não afeta apenas produtos. Ela impacta cadeias produtivas, regiões, produtores, cooperativas, indústrias e consumidores.

Antes de discutir alíquotas, benefícios fiscais ou a cesta básica nacional, é importante compreender quem produz e qual é o peso de cada região na produção agrícola brasileira.

Conhecer a produção é o primeiro passo para compreender os efeitos da tributação.

No próximo capítulo da série, vamos responder uma pergunta interessante: Os produtos mais produzidos no Brasil são os mesmos beneficiados pela cesta básica nacional da Reforma Tributária?
    REFORMA TRIBUTÁRIA E AGRO | PARTE 2 Quando pensamos em agronegócio, é comum associarmos a produção agrícola ao Centro-Oeste. Mas qual é o papel do Sudeste nesse cenário?

Nesta publicação, analiso a participação da região em algumas das principais culturas produzidas no Brasil.

Os números mostram que o Sudeste não ocupa a liderança nacional na produção de grãos, mas possui relevância significativa em determinadas cadeias produtivas, especialmente quando observamos culturas como o trigo e o sorgo.

E por que isso importa?

Porque a Reforma Tributária não afeta apenas produtos. Ela impacta cadeias produtivas, regiões, produtores, cooperativas, indústrias e consumidores.

Antes de discutir alíquotas, benefícios fiscais ou a cesta básica nacional, é importante compreender quem produz e qual é o peso de cada região na produção agrícola brasileira.

Conhecer a produção é o primeiro passo para compreender os efeitos da tributação.

No próximo capítulo da série, vamos responder uma pergunta interessante: Os produtos mais produzidos no Brasil são os mesmos beneficiados pela cesta básica nacional da Reforma Tributária?
    REFORMA TRIBUTÁRIA E AGRO | PARTE 2 Quando pensamos em agronegócio, é comum associarmos a produção agrícola ao Centro-Oeste. Mas qual é o papel do Sudeste nesse cenário?

Nesta publicação, analiso a participação da região em algumas das principais culturas produzidas no Brasil.

Os números mostram que o Sudeste não ocupa a liderança nacional na produção de grãos, mas possui relevância significativa em determinadas cadeias produtivas, especialmente quando observamos culturas como o trigo e o sorgo.

E por que isso importa?

Porque a Reforma Tributária não afeta apenas produtos. Ela impacta cadeias produtivas, regiões, produtores, cooperativas, indústrias e consumidores.

Antes de discutir alíquotas, benefícios fiscais ou a cesta básica nacional, é importante compreender quem produz e qual é o peso de cada região na produção agrícola brasileira.

Conhecer a produção é o primeiro passo para compreender os efeitos da tributação.

No próximo capítulo da série, vamos responder uma pergunta interessante: Os produtos mais produzidos no Brasil são os mesmos beneficiados pela cesta básica nacional da Reforma Tributária?
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Nesta publicação, analiso a participação da região em algumas das principais culturas produzidas no Brasil.

Os números mostram que o Sudeste não ocupa a liderança nacional na produção de grãos, mas possui relevância significativa em determinadas cadeias produtivas, especialmente quando observamos culturas como o trigo e o sorgo.

E por que isso importa?

Porque a Reforma Tributária não afeta apenas produtos. Ela impacta cadeias produtivas, regiões, produtores, cooperativas, indústrias e consumidores.

Antes de discutir alíquotas, benefícios fiscais ou a cesta básica nacional, é importante compreender quem produz e qual é o peso de cada região na produção agrícola brasileira.

Conhecer a produção é o primeiro passo para compreender os efeitos da tributação.

No próximo capítulo da série, vamos responder uma pergunta interessante: Os produtos mais produzidos no Brasil são os mesmos beneficiados pela cesta básica nacional da Reforma Tributária?
    REFORMA TRIBUTÁRIA E AGRO | PARTE 2 Quando pensamos em agronegócio, é comum associarmos a produção agrícola ao Centro-Oeste. Mas qual é o papel do Sudeste nesse cenário?

Nesta publicação, analiso a participação da região em algumas das principais culturas produzidas no Brasil.

Os números mostram que o Sudeste não ocupa a liderança nacional na produção de grãos, mas possui relevância significativa em determinadas cadeias produtivas, especialmente quando observamos culturas como o trigo e o sorgo.

E por que isso importa?

Porque a Reforma Tributária não afeta apenas produtos. Ela impacta cadeias produtivas, regiões, produtores, cooperativas, indústrias e consumidores.

Antes de discutir alíquotas, benefícios fiscais ou a cesta básica nacional, é importante compreender quem produz e qual é o peso de cada região na produção agrícola brasileira.

Conhecer a produção é o primeiro passo para compreender os efeitos da tributação.

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Nesta publicação, analiso a participação da região em algumas das principais culturas produzidas no Brasil.

Os números mostram que o Sudeste não ocupa a liderança nacional na produção de grãos, mas possui relevância significativa em determinadas cadeias produtivas, especialmente quando observamos culturas como o trigo e o sorgo.

E por que isso importa?

Porque a Reforma Tributária não afeta apenas produtos. Ela impacta cadeias produtivas, regiões, produtores, cooperativas, indústrias e consumidores.

Antes de discutir alíquotas, benefícios fiscais ou a cesta básica nacional, é importante compreender quem produz e qual é o peso de cada região na produção agrícola brasileira.

Conhecer a produção é o primeiro passo para compreender os efeitos da tributação.

No próximo capítulo da série, vamos responder uma pergunta interessante: Os produtos mais produzidos no Brasil são os mesmos beneficiados pela cesta básica nacional da Reforma Tributária?
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Nesta publicação, analiso a participação da região em algumas das principais culturas produzidas no Brasil.

Os números mostram que o Sudeste não ocupa a liderança nacional na produção de grãos, mas possui relevância significativa em determinadas cadeias produtivas, especialmente quando observamos culturas como o trigo e o sorgo.

E por que isso importa?

Porque a Reforma Tributária não afeta apenas produtos. Ela impacta cadeias produtivas, regiões, produtores, cooperativas, indústrias e consumidores.

Antes de discutir alíquotas, benefícios fiscais ou a cesta básica nacional, é importante compreender quem produz e qual é o peso de cada região na produção agrícola brasileira.

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    3 semanas ago
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    REFORMA TRIBUTÁRIA E AGRONEGÓCIO — PARTE 1

A nossa produção agrícola alcança centenas de milhões de toneladas por safra e abastece tanto o mercado interno quanto diversos países.
Quando falamos sobre Reforma Tributária, é comum focarmos nas novas regras, alíquotas e benefícios fiscais. Mas antes de discutir tributação, vale responder uma pergunta simples: o que o Brasil produz?
Por isso, inicio hoje uma série sobre Reforma Tributária e Agronegócio começando pelo tema mais importante de todos: a produção.

Qual estado você gostaria de ver nessa série?
    REFORMA TRIBUTÁRIA E AGRONEGÓCIO — PARTE 1

A nossa produção agrícola alcança centenas de milhões de toneladas por safra e abastece tanto o mercado interno quanto diversos países.
Quando falamos sobre Reforma Tributária, é comum focarmos nas novas regras, alíquotas e benefícios fiscais. Mas antes de discutir tributação, vale responder uma pergunta simples: o que o Brasil produz?
Por isso, inicio hoje uma série sobre Reforma Tributária e Agronegócio começando pelo tema mais importante de todos: a produção.

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A nossa produção agrícola alcança centenas de milhões de toneladas por safra e abastece tanto o mercado interno quanto diversos países.
Quando falamos sobre Reforma Tributária, é comum focarmos nas novas regras, alíquotas e benefícios fiscais. Mas antes de discutir tributação, vale responder uma pergunta simples: o que o Brasil produz?
Por isso, inicio hoje uma série sobre Reforma Tributária e Agronegócio começando pelo tema mais importante de todos: a produção.

Qual estado você gostaria de ver nessa série?
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A nossa produção agrícola alcança centenas de milhões de toneladas por safra e abastece tanto o mercado interno quanto diversos países.
Quando falamos sobre Reforma Tributária, é comum focarmos nas novas regras, alíquotas e benefícios fiscais. Mas antes de discutir tributação, vale responder uma pergunta simples: o que o Brasil produz?
Por isso, inicio hoje uma série sobre Reforma Tributária e Agronegócio começando pelo tema mais importante de todos: a produção.

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A nossa produção agrícola alcança centenas de milhões de toneladas por safra e abastece tanto o mercado interno quanto diversos países.
Quando falamos sobre Reforma Tributária, é comum focarmos nas novas regras, alíquotas e benefícios fiscais. Mas antes de discutir tributação, vale responder uma pergunta simples: o que o Brasil produz?
Por isso, inicio hoje uma série sobre Reforma Tributária e Agronegócio começando pelo tema mais importante de todos: a produção.

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    O Brasil inteiro queria o Casemiro fora do campo.

Mas o técnico o manteve ali, porque ele sabia o que estava fazendo naquele jogo. Conhecia os jogadores, as regras, estudou a forma de jogar do outro time e tinha uma estratégia.

Por mais cliché que seja, não dá pra ignorar o quanto isso pode nos ensinar sobre a importância de um bom técnico.

Quando um empreendedor do campo ou da cidade resolve desenvolver uma atividade sem considerar as regras do jogo, ele está fadado a ter muitas dificuldades no seu negócio.

Nosso país tem mais de 8,2 milhões de normas publicadas após a promulgação da Constituição.Causa espanto alguém afirmar que não precisa de ajuda técnica para adequar o negócio à lei. Em outras palavras, suporte técnico é fundamental para qualquer negócio hoje.

Eu queria o Casemiro fora do campo, palpitei até o gol(olha que eu só assisto futebol a cada 4 anos sem a menor pretensão de me aprofundar no assunto). O Ancelotti, técnico da seleção, chamou o Casemiro pra jogar a Copa e o fez entrar em campo; foi a partir dessa decisão técnica que o Brasil avançou para mais um jogo.

É a técnica que vence o jogo, não o palpite.

*Imagem desenvolvida pela IA.
*Foto dos jogadores retirada do Google, publicada pelo site LANCE!
    O Brasil inteiro queria o Casemiro fora do campo.

Mas o técnico o manteve ali, porque ele sabia o que estava fazendo naquele jogo. Conhecia os jogadores, as regras, estudou a forma de jogar do outro time e tinha uma estratégia.

Por mais cliché que seja, não dá pra ignorar o quanto isso pode nos ensinar sobre a importância de um bom técnico.

Quando um empreendedor do campo ou da cidade resolve desenvolver uma atividade sem considerar as regras do jogo, ele está fadado a ter muitas dificuldades no seu negócio.

Nosso país tem mais de 8,2 milhões de normas publicadas após a promulgação da Constituição.Causa espanto alguém afirmar que não precisa de ajuda técnica para adequar o negócio à lei. Em outras palavras, suporte técnico é fundamental para qualquer negócio hoje.

Eu queria o Casemiro fora do campo, palpitei até o gol(olha que eu só assisto futebol a cada 4 anos sem a menor pretensão de me aprofundar no assunto). O Ancelotti, técnico da seleção, chamou o Casemiro pra jogar a Copa e o fez entrar em campo; foi a partir dessa decisão técnica que o Brasil avançou para mais um jogo.

É a técnica que vence o jogo, não o palpite.

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    Você sabe qual é a diferença entre parceria rural e arrendamento rural — e por que isso muda completamente a sua tributação? 🌾 Vou te explicar de forma simples. No arrendamento, o proprietário cede a terra e recebe um valor fixo, independentemente do resultado da safra. É como um aluguel: o pagamento acontece sem vínculo ao risco do negócio. E a tributação segue essa lógica: o valor recebido vai direto para a declaração de IRPF, pela tabela progressiva que pode chegar a 27,5% sobre a receita bruta, sem possibilidade de deduzir custos ou despesas da atividade rural. Já na parceria rural, a lógica é outra. O parceiro-proprietário cede a terra e partilha com o parceiro-produtor os riscos do caso fortuito e da força maior, além dos frutos da colheita ou da venda dos animais. Porque existe essa comunhão de riscos e resultados, a parceria é tratada como atividade rural para ambas as partes — os resultados são apurados no Livro Caixa, onde receitas são confrontadas com despesas, e o imposto incide sobre o resultado líquido. Além disso, a pessoa física pode optar pela tributação simplificada: base de cálculo reduzida a 20% da receita bruta, com alíquota de 27,5% sobre essa base — resultando em uma alíquota efetiva de apenas 5,5% sobre a receita bruta. A diferença é enorme. E é justamente por isso que a Receita Federal tem intensificado a fiscalização, requalificando contratos de parceria que não reflitam efetiva comunhão de riscos como arrendamento — com cobrança retroativa de imposto, multa e juros. Nomear o contrato de "parceria" não é suficiente. A execução precisa corresponder à realidade. Na próxima parte, falo sobre a tributação do arrendamento com mais detalhes. Salva esse post! 📌
    2 meses ago
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    A Reforma Tributária não atingiu apenas as operações econômicas do produtor rural. Saiba mais em www.saracorrea.adv.br
    2 meses ago
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